Curcumina Power
Suplemento alimentar natural com potente efeito anti-inflamatório e antioxidante.
A revolução da cúrcuma contra os malefícios das doenças associadas à inflamação crônica
Recentemente, a comunidade científica fez chegar ao público em geral o conhecimento de que um condimento de uso muito comum nas cozinhas, em especial do sudoeste asiático e subcontinente indiano, a cúrcuma, era, de fato o mais potente anti- inflamatório natural conhecido.
A Cúrcuma Longa é uma planta originária da Índia, onde é muito conhecida pelo seu uso medicinal milenar, sendo o condimento mais usado na culinária daquele país e região, presente na receita do famoso curry. [FONTE CIENTÍFICA 1]

A despeito do uso milenar na medicina popular dessa região, a popularização da cúrcuma, ou açafrão da terra, como anti-inflamatório entre a medicina ocidental se deu partir da constatação estatística de que a população indiana era menos acometida de doenças relacionadas à inflamação crônica, tais como: artrite e doenças articulares, artrite reumatoide, diabetes, alergias, psoríase, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença cardiovascular e outras.
Inflamação, também chamada de processo inflamatório, é uma defesa que acontece quando o corpo é invadido por algum micro-organismo ou sofre algum tipo de lesão, como uma queimadura ou uma contusão, por exemplo. Inflamação aguda se inicia rapidamente, com ação curta, tendo como principais características o edema e a migração de leucócitos (neutrófilos). Já inflamação crônica tem como características uma maior duração, presença de linfócitos e macrófagos, proliferação de vasos, fibrose e necrose. A inflamação crônica, que ocorre com a velhice, o estresse ou as toxinas ambientais mantêm o sistema imunológico do corpo sobrecarregado, podendo contribuir para uma variedade de doenças devastadoras, desde Alzheimer e Parkinson até diabetes e câncer.
A curcumina e o seu uso terapêutico
O princípio ativo anti-inflamatório em questão é a curcumina, concentrada no açafrão da terra, ou cúrcuma. Seus benefícios são obtidos segundo a biodisponibilidade, ou seja, o quanto o organismo, de fato, absorve a curcumina e a deixa disponível para que o corpo a use segundo a necessidade.
O poder da cúrcuma é imenso, entretanto, ainda que alguém condimente todas as suas refeições com cúrcuma, a maior parte do condimento é excretado pelo organismo, tornando os benefícios do consumo da cúrcuma avulsa pouco eficiente. Esse fato dificulta o uso terapêutico da curcumina. A biodisponibilidade reduzida da curcumina [FONTE CIENTÍFICA 1 e 5] é devida, principalmente, a uma absorção baixa pelo intestino e o extenso metabolismo no fígado.
Os cientistas se debruçaram sobre o problema da baixa disponibilidade da curcumina e iniciaram a busca de combinações de cúrcuma com algumas substâncias carreadoras que tivessem a capacidade de aumentar a absorção do composto pelo organismo e a sua biodisponibilidade e encontraram a melhor resposta, em estudos científicos, também na receita do prato favorito dos
indianos: O curry combina muitos ingredientes entre condimentos, proteínas ou vegetais e, quase sempre, inclui a pimenta preta, outro condimento de originado na Índia. [FONTE CIENTÍFICA 2 e 5]
Cientistas atestam que a combinação de
maior efeito para a biodisponibilidade da
curcumina é o seu consumo com a piperina.
A piperina, um alcaloide presente na pimenta preta (Piper nigrum L.), pode aumentar em até 2000% a biodisponibilidade da curcumina. [FONTE CIENTÍFICA 2, 3 e 6] Isso ocorre porque a piperina inibe o processo de glicuronidação intestinal sofrido pela curcumina aumentando a sua absorção para o uso do organismo no combate à inflamação crônica.

Nos últimos anos foram desenvolvidas formulações alternativas como nanopartículas, extratos, a escolha da cúrcuma de maior concentração de curcumina e sua combinação com a piperina. A fórmula de CURCUMINA POWER é um resultado desse esforço. Uma capsula por dia de CURCUMINA POWER inibe as inflamações crônicas de pessoas sofrendo de doenças, tais como: artrite e doenças articulares, artrite reumatoide, diabetes, alergias, psoríase, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença cardiovascular e outras. Duas capsulas por dia, combatem com eficiência crises de dor sofrida pelos portadores dessas doenças e, com uma enorme vantagem sobre os anti-inflamatórios laboratoriais: sem os danosos efeitos colaterais.
Pessoas acometidas de doenças relacionadas com a inflamação crônica, para além dos sintomas de suas próprias enfermidades, veem a inflamação contribuir para diversas variedades de doenças devastadoras, desde Alzheimer, Parkinson e até o diabetes e o câncer. Ademais, precisam buscar aliviar a dor e o desconforto que sofrem e, para tanto, fazem uso sistemático anti-inflamatórios laboratoriais e, todos sabemos, os malefícios que tais remédios causam ao organismo após o uso prolongado. Entre outros: irritação no estômago, úlceras e sangramentos, aumento da pressão arterial, retenção de líquidos, problemas renais e hepáticos, entre outros. [FONTE CIENTÍFICA 4]

CURCUMINA POWER é o anti-inflamatório natural mais potente e o mais benéfico para o uso contínuo, sendo responsável por diminuir a secreção de citocinas pro-inflamatórias e inibir fatores de transcrição envolvidos na sinalização inflamatória. Ademais, oferece alívio às crises dolorosas em pessoas acometidas por dores articulares, musculares e outras, sem causar os efeitos colaterais dos anti-inflamatórios laboratoriais mantendo aliviadas as pessoas sofrendo as dores e efeitos das doenças associadas a inflamação crônica. Além disso, é um poderoso antioxidante combatendo os radicais livres, causadores de danos às células do nosso corpo, protegendo o organismo contra os efeitos prejudiciais do estresse oxidativo. [FONTE CIENTÍFICA 4 e 6]
Fontes Médico-Científicas Confiáveis
[1[ https://www.ufrgs.br/ciencia/curcumina-pode-ser-uma-nova-aliada-no-combate-ao-cancer-de-cerebro/
[2] https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9619120/
[3] https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/9619120/
[4] https://www.webmd.com/diet/health-benefits-curcumin
[5] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6770259/
[6] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5664031/
[7] https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/11865
[8] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5664031/#B22-foods-06-00092
[9] https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/17569207
[10] https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/17569207/
[11] https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/12927597/
[12] https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19594223/
[13] https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27470399/
[14] https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22414101
[15] https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22414101/
[16] https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1064748117305110?via%3Dihub
[17] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7728608/
[18] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5950688/
[19] https://www.mdpi.com/2077-0383/9/3/746
[20] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9605491/
[21] https://www.frontiersin.org/journals/immunology/articles/10.3389/fimmu.2023.1121655/full
[22] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6429134/
[23] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6835707/
[24] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6835707/