Ácido Hialurônico

ÁCIDO HIALURÔNICO é uma substância produzida naturalmente pelo organismo. A sua principal função é reter água para manter os tecidos bem lubrificados e úmidos. O ácido hialurônico (AH) é o principal componente que dá estrutura à nossa pele, sendo responsável por aquele aspecto rechonchudo e hidratado.
O ácido hialurônico está no centro da temática dos tratamentos de antienvelhecimento. A sua presença diminui na pele, à medida em que envelhecemos, tornando-nos mais suscetíveis à flacidez e às rugas. Daí a importância de sua reposição.

DMAE, ou dimetilaminoetanol, é um importante antioxidante. Ele combate à flacidez e melhora o aspecto da pele. Os benefícios do DMAE incluem o efeito anti-inflamatório e o aumento na firmeza da pele com a melhora no tônus ​​muscular facial.

O ácido hialurônico

Mas afinal, qual é o papel do ácido hialurônico e como esse funcional? Para começar, o AH tem a capacidade de conectar uma quantidade de água até 1000 vezes o seu peso próprio peso! Em outras palavras, ele funciona como um umectante e mantém as moléculas de água na superfície da pele para mantê-la bem hidratada.

Sempre que falamos de uma pele bem hidratada, estamos nos referindo a uma pele com muito conteúdo de água. Um termo muito usado quando se trata de pele é “perda de água transepidérmica ou TEWL”. Esse é o termo científico usado para medir a quantidade de água evaporada da pele. Quando um produto previne a TEWL, como é o caso ácido hialurônico, isso significa que o AH está mantendo a sua pele hidratada, garantindo que a água não escape da superfície.

Benefícios cientificamente comprovados do ácido hialurônico:

1) Promove uma pele mais saudável, viçosa e flexível

Aproximadamente metade do ácido hialurônico em nosso corpo está presente na pele, onde ele se liga à água a fim de a reter umidade, tornando-se assim um fator importante no processo antienvelhecimento. (Fonte científica confiável 1) 

No entanto, o processo natural de envelhecimento e a exposição a elementos como a radiação ultravioleta do sol, a fumaça de tabaco e a poluição podem diminuir a quantidade ácido hialurônico na pele. (Fontes científicas confiáveis 2 e 3). 

A suplementação de AH mostrou, em pesquisas médicas robustas, o aumento significativo da umidade da pele, flexibilidade, viço e na redução de pele seca em adultos. (3)

2) Promove a redução de rugas e linhas de expressão

Como a pele hidratada reduz o aparecimento de rugas, vários estudos científicos têm demostrado que o efeito do ácido hialurônico reduz rugas, linhas e faz a pele parecer mais lisa e jovial. (6 e 7)

Efeitos equivalentes são obtidos por via injetável e tópica ou na forma de soros e cremes. (8, 9, 10, 11 e 12) 

3) Acelera a cicatrização de feridas e promove a reparação da pele

O ácido hialurônico também desempenha um papel fundamental na cicatrização de feridas. (13 e 14). Aplicar o ácido hialurônico em feridas ou machucaduras de pele demonstrou reduzir o tamanho das feridas e diminuir a dor mais rapidamente do que um placebo ou nenhum tratamento. (15, 16, 17 e 18). Finalmente, O ácido hialurônico também tem propriedades antibacterianas, por isso, pode ajudar a reduzir o risco de infecção em feridas.

Fontes Científicas Confiáveis

(1) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3583886/

(2) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19808648/

(3) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25014997/

(4) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15675889/#:~:text=Thus%2C%20the%20benefits%20of%20DMAE,in%20underlying%20facial%20muscle%20tone.

(5) https://www.verywellhealth.com/dmae-what-should-i-know-about-it-89941

(6) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28761365/

(7) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3970829/

(8) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22052267/

(9) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21896129/

(10) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/10642054/

(11) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18384619/

(12) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26978861/

(13) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25039417/

(14) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22399081/

(15) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25115285/

(16) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22405094/

(17) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24848975/

(18) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/10328647/

(19) https://link.springer.com/article/10.2165/00128071-200506010-00005

(20) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20095140/

(21) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15675889/

(22) https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/12236885/

23) https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3970829/